“Pente fino” do MPE para apurar registros de profissionais de saúde no Alto Solimões

Pente fino' começou pelo município de Tabatinga, após bebê de 10 meses morrer depois de ser atendido por médico sem registro no Conselho Regional.

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Foto: Marcello Bhacana

pós a morte de um bebê de 10 meses que teria tomado uma superdosagem receitada por um médico sem registro no Conselho Regional de Medicina, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) abriu um procedimento para averiguar os registros dos profissionais da área de saúde que atuam na região do Alto Solimões.

A primeira atuação preventiva partiu da promotoria do município de Tabatinga, a 1.108 km de Manaus. De acordo com o MPE, cada promotor da devida comarca tem autonomia para instaurar o procedimento, caso entenda ser necessário.

Se forem encontradas irregularidades, o caso é resolvido administrativamente ou pode ainda ser acionado o judiciário, quando a denúncia é oferecida.

Em Tabatinga, o promotor Carlos Firmino informou que encaminhou ao prefeito um ofício solicitando um levantamento dos profissionais de saúde, para elucidar se todos tem inscrição em seu conselho regional respectivo.

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