Parte dos professores entram em greve em Benjamin Constant (AM)

Segundo informações de uma fonte, boa parte do Sinteam em Benjamin Constant não querem envolvimento com a greve.

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Foto: Facebook Aley Marinho

Os professores da rede estadual de ensino do Amazonas oficializaram, nesta segunda-feira (15), o início da greve e paralisação nas atividades dentro das escolas do estado. A classe pede reajuste de 15% – a contraproposta do governo é de 3,93%. Sem acordo, parte dos professores paralisaram as atividades nesta segunda.

Segundo informações de uma fonte, boa parte do Sinteam em Benjamin Constant não querem envolvimento com a greve, diferente da capital Manaus que trabalha com duas frentes, da mesma classe, que batalham pelo reajuste. O Sinteam, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas, e a Asprom Sindical, que é o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus. Ambos pedem o mesmo valor de reajuste.

A Justiça do Amazonas determinou, na sexta-feira (12), ao Sinteam a suspensão do indicativo de greve e, em pedido de tutela provisória de urgência, a abstenção de deflagração da paralisação em qualquer grau. A pena diária é de R$ 20 mil. Alega-se, então, que a greve é ilegal.

A Secretaria de Educação, em nota, reforça a decisão judicial e calcula que a paralisação pode afetar até 420 mil alunos atendidos pela rede pública atuamente.

As 17h desta segunda, acontece reunião para decidir se Benjamin Constant, em sua totalidade aderem a greve e paralisam 100% as atividades. Nesta segunda, alguns profissionais ainda ministraram aulas.

Por: Portal Otambaqui- reprodução G1 Amazonas.